sexta-feira, janeiro 16, 2009
Nos vastos oceanos longínquos
Se conclui esta jornada perpétua
Onde alguns jazem perdidos
E outros em aldeias cobertas
E nessas aldeias se encontram
Abrigados dos perigos futuros
Os alguém que passam a ser gente
Que se tornaram fortes, duros.
São eles os discípulos ariscos
Os futuros salvadores puros
Alguns os chamam estudantes
Outros apenas alunos.
Milton Raimundo, aluno do 9ºano
Se conclui esta jornada perpétua
Onde alguns jazem perdidos
E outros em aldeias cobertas
E nessas aldeias se encontram
Abrigados dos perigos futuros
Os alguém que passam a ser gente
Que se tornaram fortes, duros.
São eles os discípulos ariscos
Os futuros salvadores puros
Alguns os chamam estudantes
Outros apenas alunos.
Milton Raimundo, aluno do 9ºano
quarta-feira, março 05, 2008
O Sentido
Levanta-te da cadeira.
Levanta-te, agora!
Não eperes um minuto, nem dois levanta-te e vai!
O sentido da tua vida está à espera que o encontres. Não são os filhos, nem os pais, nem os netos, nem o/a namorado/a que to vão dar ou procurar por ti!
Tens de ser TU!
Está aí. Tão à mão de semear que é quase cómico que não o vejas...
Dá o salto. Anda lá, não tenhas medo!
Não te vai magoar. Abanar-te as certezas, talvez. Fazer-te feliz, com toda a certeza do mundo.
Ainda aí estás?
Ah, não te apetece levantar?
Então fica para aí.
Vái esperando pela morte que ela há-de te apanhar.
Levanta-te, agora!
Não eperes um minuto, nem dois levanta-te e vai!
O sentido da tua vida está à espera que o encontres. Não são os filhos, nem os pais, nem os netos, nem o/a namorado/a que to vão dar ou procurar por ti!
Tens de ser TU!
Está aí. Tão à mão de semear que é quase cómico que não o vejas...
Dá o salto. Anda lá, não tenhas medo!
Não te vai magoar. Abanar-te as certezas, talvez. Fazer-te feliz, com toda a certeza do mundo.
Ainda aí estás?
Ah, não te apetece levantar?
Então fica para aí.
Vái esperando pela morte que ela há-de te apanhar.
sábado, janeiro 05, 2008
Quebra - Cabeças
Perdida em palavras cruzadas...
Não pronunciadas.
Expressas por gestos confusos, olhares perdidos.
Passatempos aparentemente impossíveis, com a solução escondida num enigma de símbolos indecifráveis.
Quebra - Cabeças... És assim.
Não pronunciadas.
Expressas por gestos confusos, olhares perdidos.
Passatempos aparentemente impossíveis, com a solução escondida num enigma de símbolos indecifráveis.
Quebra - Cabeças... És assim.
quinta-feira, outubro 25, 2007
terça-feira, setembro 25, 2007
just a song
Um dia vou escrever uma canção.
Não sei se uma balada sentimentalona e babosa,
Se um épico rock agressivo e sem barreiras.
Sim! um dia vou escrever uma canção!
Vou desbravar no mundo novas fronteiras.
Crio quadras ou se calhar uns simples versos.
Enrolo as estrofes numa melodia a condizer
Acertada ao compasso do caixão a descer.
Vou escrever uma canção em veludo preto.
Palavra atrás de palavra ao ritmo rendilhado de um suspiro.
Enredo puxado de alto calibre como se no escuro um tiro.
Um dia vou ser triunfal!
Virtuosa lírica de alto gabarito
E então riu-me em total delírio artistico
Cá de cima do alto do meu pedestral.
Depois fecho os olhos e descanso, aprecio a minha criação.
Não sei se uma balada sentimentalona e babosa,
Se um épico rock agressivo e sem barreiras.
Sim! um dia vou escrever uma canção!
Vou desbravar no mundo novas fronteiras.
Crio quadras ou se calhar uns simples versos.
Enrolo as estrofes numa melodia a condizer
Acertada ao compasso do caixão a descer.
Vou escrever uma canção em veludo preto.
Palavra atrás de palavra ao ritmo rendilhado de um suspiro.
Enredo puxado de alto calibre como se no escuro um tiro.
Um dia vou ser triunfal!
Virtuosa lírica de alto gabarito
E então riu-me em total delírio artistico
Cá de cima do alto do meu pedestral.
Depois fecho os olhos e descanso, aprecio a minha criação.
quarta-feira, agosto 08, 2007
Drama Queen
Nefasta vida. Agoiros, desalinhos do destino, sorte malfadada, depressão, esgotamento nervoso.
......."Vou-me embora!"...........
Como as marés, também vão. Voltas? Fazias-me cá falta, sabias? Gosto de te ter cá, não sei. Deve ser por me teres dito uma vida inteira que eramos as melhores amigas. As minhas
melhores amigas que não são mesmo as melhores estão, tu não queres estar porquê?
Que terei eu feito de tão obsceno para a tua vaidade? ou para a tua sensibilidade barata de novela venezuelana? Para a tua lágrima fácil de atriz deslavada.
........................"Foram vocês os dois. Já não precisam de mim."....................
Como quando a leoa deixa os filhos para caçar. Não precisam dela? Ela vai mas volta. Sempre.
As paredes parecem mais sujas. Aquele branco que cegava já está a precisar de lixívia.
Dorme bem.
Seguimos em frente.
......."Vou-me embora!"...........
Como as marés, também vão. Voltas? Fazias-me cá falta, sabias? Gosto de te ter cá, não sei. Deve ser por me teres dito uma vida inteira que eramos as melhores amigas. As minhas
melhores amigas que não são mesmo as melhores estão, tu não queres estar porquê?
Que terei eu feito de tão obsceno para a tua vaidade? ou para a tua sensibilidade barata de novela venezuelana? Para a tua lágrima fácil de atriz deslavada.
........................"Foram vocês os dois. Já não precisam de mim."....................
Como quando a leoa deixa os filhos para caçar. Não precisam dela? Ela vai mas volta. Sempre.
As paredes parecem mais sujas. Aquele branco que cegava já está a precisar de lixívia.
Dorme bem.
Seguimos em frente.
segunda-feira, julho 30, 2007
Consumos
Afectam-me…
Bem ou mal, afectam-me… e eu não quero mais.
Não quero consumir alcool nem drogas.
Quero que eles me consumam a mim.
Me possuam
Me adorem
Me amem.
Amem-me como eu amo…
Sintam-me como eu sinto...
Conheçam-me… saibam-me!
Tal como eu vou amar-me, sentir-me, conhecer-me… saber-me!
Conhecerei todas as nossas limitações, todos os desafios, todos os desejos… todos os prazeres!
Não se limitem a afectar-me… não me sufoquem…
Integrem-me.
E quando tal acontecer… serei eu.
E apenas eu!
E serei egocêntrica, narcisista… quanto baste… para me amar, como amo outros.
Bem ou mal, afectam-me… e eu não quero mais.
Não quero consumir alcool nem drogas.
Quero que eles me consumam a mim.
Me possuam
Me adorem
Me amem.
Amem-me como eu amo…
Sintam-me como eu sinto...
Conheçam-me… saibam-me!
Tal como eu vou amar-me, sentir-me, conhecer-me… saber-me!
Conhecerei todas as nossas limitações, todos os desafios, todos os desejos… todos os prazeres!
Não se limitem a afectar-me… não me sufoquem…
Integrem-me.
E quando tal acontecer… serei eu.
E apenas eu!
E serei egocêntrica, narcisista… quanto baste… para me amar, como amo outros.
sexta-feira, junho 08, 2007
Chamem-me insensível...
É verdade! chamem-me insensível e coração de pedra. Mas o facto é que faz hoje uma semana que estive a trabalhar com um grupinho "adorável" de criancinhas dos 5 aos 11 anos de idade.
O que tem isto a ver com ser insensível? Bem, aprendi na última 6ª feira que não podemos deixar os diabretes fora de olho 1 nanosegundo que seja. Pergunto-me eu agora, e a vocês também se não for incómodo, como è que aqueles dois senhores (por muito que lhes tenha empatia por ficarem sem a filha) saem do quarto de hotel, num pais que não conhecem, e deixam três crianças sózinhas???!!! Onde é que estavam com a puta da cabeça enfiada?
Irrita-me, enerva-me, frusta-me. Especialmente ver como o facto de ser um caso internacional por envolver cidadãos ingleses, influencia todo o tratamento e atenção que é dada à pobrezita da Maddie. Então e o Rui Pedro? e a Joana que até hoje não se sabe se ainda está viva ou não?
É preciso ser solidário e introspectivo SEMPRE! não é quando os noticiários rebentam com um novo caso escandaloso. É preciso olhar para as crianças, mas olhar mesmo. Tomar atenção ao que fazem, por onde andam, com quem se cruzam, desenvolver uma relação de confiança para que a criança não tenha receio de contar nada aos pais. Principalmente NÃO deixar crianças pequenas sem vigilância de um adulto. Porque não se faz! Simplesmente não se faz!
Sei que demorei a falar disto mas estava à espera que a poeira baixasse.
até mais.
O que tem isto a ver com ser insensível? Bem, aprendi na última 6ª feira que não podemos deixar os diabretes fora de olho 1 nanosegundo que seja. Pergunto-me eu agora, e a vocês também se não for incómodo, como è que aqueles dois senhores (por muito que lhes tenha empatia por ficarem sem a filha) saem do quarto de hotel, num pais que não conhecem, e deixam três crianças sózinhas???!!! Onde é que estavam com a puta da cabeça enfiada?
Irrita-me, enerva-me, frusta-me. Especialmente ver como o facto de ser um caso internacional por envolver cidadãos ingleses, influencia todo o tratamento e atenção que é dada à pobrezita da Maddie. Então e o Rui Pedro? e a Joana que até hoje não se sabe se ainda está viva ou não?
É preciso ser solidário e introspectivo SEMPRE! não é quando os noticiários rebentam com um novo caso escandaloso. É preciso olhar para as crianças, mas olhar mesmo. Tomar atenção ao que fazem, por onde andam, com quem se cruzam, desenvolver uma relação de confiança para que a criança não tenha receio de contar nada aos pais. Principalmente NÃO deixar crianças pequenas sem vigilância de um adulto. Porque não se faz! Simplesmente não se faz!
Sei que demorei a falar disto mas estava à espera que a poeira baixasse.
até mais.
quarta-feira, maio 23, 2007
Pedaços
Bocadinhos de mim... Espalhados pelo chão, acumulados em todos os cantos. Desorganizados e perdidos como se ninguém se preocupasse...
Preocupar-me-ia... Gostava de me preocupar... Tento em vão, procurá-los...
Uns dias salto entre espaços vazios, outros flutuo para os ver melhor, noutros, ainda, ando na ponta dos pés com medo de pisar algum... E depois há aqueles dias, em que me limito a arrastar os pés, na tentativa de tropeçar em algum... Na esperança de nada.
Uns dias eles brincam às escondidas comigo, outros ficam imóveis, estáticos querendo ser apanhados... E noutros ainda, desesperados por eu não os ver, por ter perdido o seu interesse, acenam-me, saltam e rodopiam à minha frente... Lançam foguetes... Em vão.
No dia em que, dificilmente, os apanho e os guardo cá dentro, perco a chave... E eles voltam a fugir... Ou a explodir...
Queria apanhá-los a todos... Juntá-los como um puzzle, porque sei que todos encaixam... Comprar uma cola especial e emoldurá-los em mim... Para que não se soltem mais, para que não fujam mais, para que não expludam mais.
Preocupar-me-ia mais... Se não me tivesse já cansado de correr, de saltar, de rodopiar... E de fingir que não os vejo...
Ceguei-me, calei-me, entupi-me e escondi-me... Para que não me procurem mais, para que não me chateem mais, para que não os oiça mais... Constantemente perdidos, sozinhos e assustados... Constantemente perdida, sozinha e assustada...
Ceguei-me, calei-me, entupi-me e escondi-me... Porque amanhã poderá ser melhor... Porque amanhã poderei querer vê-los, encontrá-los... E colá-los...
Porque o amanhã é o amanhã... E não é o hoje...
E hoje... Hoje não me apetece, não quero mais...
Quero encostar-me, desligar-me... E fingir que nada existe...
Encosto-me, desligo-me e despeço-me... Até amanhã...
Talvez...
Preocupar-me-ia... Gostava de me preocupar... Tento em vão, procurá-los...
Uns dias salto entre espaços vazios, outros flutuo para os ver melhor, noutros, ainda, ando na ponta dos pés com medo de pisar algum... E depois há aqueles dias, em que me limito a arrastar os pés, na tentativa de tropeçar em algum... Na esperança de nada.
Uns dias eles brincam às escondidas comigo, outros ficam imóveis, estáticos querendo ser apanhados... E noutros ainda, desesperados por eu não os ver, por ter perdido o seu interesse, acenam-me, saltam e rodopiam à minha frente... Lançam foguetes... Em vão.
No dia em que, dificilmente, os apanho e os guardo cá dentro, perco a chave... E eles voltam a fugir... Ou a explodir...
Queria apanhá-los a todos... Juntá-los como um puzzle, porque sei que todos encaixam... Comprar uma cola especial e emoldurá-los em mim... Para que não se soltem mais, para que não fujam mais, para que não expludam mais.
Preocupar-me-ia mais... Se não me tivesse já cansado de correr, de saltar, de rodopiar... E de fingir que não os vejo...
Ceguei-me, calei-me, entupi-me e escondi-me... Para que não me procurem mais, para que não me chateem mais, para que não os oiça mais... Constantemente perdidos, sozinhos e assustados... Constantemente perdida, sozinha e assustada...
Ceguei-me, calei-me, entupi-me e escondi-me... Porque amanhã poderá ser melhor... Porque amanhã poderei querer vê-los, encontrá-los... E colá-los...
Porque o amanhã é o amanhã... E não é o hoje...
E hoje... Hoje não me apetece, não quero mais...
Quero encostar-me, desligar-me... E fingir que nada existe...
Encosto-me, desligo-me e despeço-me... Até amanhã...
Talvez...
terça-feira, maio 15, 2007
"Leva-me a dançar, meu amor..."
Li-o hoje no jornal Destak e tocou-me... Porquê não sei explicar (ou talvez saiba mas não queira), mas entrenhou-se em mim e queria partilhar convosco (contigo).
"Pega em mim, não digas nada, descemos as escadas os dois, entramos no carro e eu sem saber para onde vamos. E depois, para meu espanto, paramos à porta de um sítio qualquer, não importa, a música toca e tu envolves-me nos teus braços e rodopiamos na pista de dança.
Leva-me a dançar...
Se não quiseres sair de casa, então, quando eu entrar em casa esgotada do dia de trabalho, dos transportes, cansada de estar viva, pega-me na mão e leva-me para a sala e põe a tocar uma música suave e dancemos os dois como quando éramos namorados, e o teu coração batia, eu sei que batia, quando me vias chegar.
Leva-me a dançar...
Dá-me um pedacinho de céu, de paixão e ao mesmo tempo daquela calma que vem depois de fazermos amor. Ainda te recordas como era?
Leva-me a dançar, meu amor.
Que os dias são tão tristes, os teus silêncios tão pesados, a minha alma está de luto sem eu saber porquê, talvez porque tu te apartaste mesmo estando aqui.
Leva-me a dançar e depois, se quiseres, se é isso que realmente queres, parte e deixa-me com o sabor da música e as memórias de outros tempos no meu corpo. Agora, assim, os dias inteiros na expectativa de que algo tenha mudado, de que tu, de repente sorrias, ou então me olhes e fales comigo, nem que seja para dizer adeus, nem que seja.
Leva-me a dançar, digo-te eu sem palavras, tu com o rosto cerrado, o olhar fixo no jogo de futebol e eu para aqui, sentada a falar contigo sem abrir a boca. E a sonhar que me pegas pela mão e levas até ao tapete da sala e dançamos os dois."
Autora : Luísa Castel-Branco
O que haverá além da paixão? O que nos espera depois do amor?
"Pega em mim, não digas nada, descemos as escadas os dois, entramos no carro e eu sem saber para onde vamos. E depois, para meu espanto, paramos à porta de um sítio qualquer, não importa, a música toca e tu envolves-me nos teus braços e rodopiamos na pista de dança.
Leva-me a dançar...
Se não quiseres sair de casa, então, quando eu entrar em casa esgotada do dia de trabalho, dos transportes, cansada de estar viva, pega-me na mão e leva-me para a sala e põe a tocar uma música suave e dancemos os dois como quando éramos namorados, e o teu coração batia, eu sei que batia, quando me vias chegar.
Leva-me a dançar...
Dá-me um pedacinho de céu, de paixão e ao mesmo tempo daquela calma que vem depois de fazermos amor. Ainda te recordas como era?
Leva-me a dançar, meu amor.
Que os dias são tão tristes, os teus silêncios tão pesados, a minha alma está de luto sem eu saber porquê, talvez porque tu te apartaste mesmo estando aqui.
Leva-me a dançar e depois, se quiseres, se é isso que realmente queres, parte e deixa-me com o sabor da música e as memórias de outros tempos no meu corpo. Agora, assim, os dias inteiros na expectativa de que algo tenha mudado, de que tu, de repente sorrias, ou então me olhes e fales comigo, nem que seja para dizer adeus, nem que seja.
Leva-me a dançar, digo-te eu sem palavras, tu com o rosto cerrado, o olhar fixo no jogo de futebol e eu para aqui, sentada a falar contigo sem abrir a boca. E a sonhar que me pegas pela mão e levas até ao tapete da sala e dançamos os dois."
Autora : Luísa Castel-Branco
O que haverá além da paixão? O que nos espera depois do amor?
segunda-feira, abril 16, 2007
Alcohol
You know that feeling when something's missing?
And you can't say what, you can't say why and you can't say... anything!
Your eyes, your mouth, your hair.... Your touch...
Missing when they look at me.... when it kisses me...
When you touch me and I touch your hair!
When I kiss your lips, your neck, your chest... When I blow you and you scream!!
Pleasure... I miss your pleasure... Come and fill me... With your looks and touch...
You inside me... I wanna feel you... Scratch you, kiss you and... Fuck you!
With pleasure and maybe... Maybe... Some love!
Not only pleasure... Love... Maybe, I miss your love...
Explain me with your lips... Kiss me...
Explain me with your eyes... Flash me...
Explain me with your hands, your fingers... Touch me...
I want to know what's missing!!
And you can't say what, you can't say why and you can't say... anything!
Your eyes, your mouth, your hair.... Your touch...
Missing when they look at me.... when it kisses me...
When you touch me and I touch your hair!
When I kiss your lips, your neck, your chest... When I blow you and you scream!!
Pleasure... I miss your pleasure... Come and fill me... With your looks and touch...
You inside me... I wanna feel you... Scratch you, kiss you and... Fuck you!
With pleasure and maybe... Maybe... Some love!
Not only pleasure... Love... Maybe, I miss your love...
Explain me with your lips... Kiss me...
Explain me with your eyes... Flash me...
Explain me with your hands, your fingers... Touch me...
I want to know what's missing!!
quinta-feira, abril 12, 2007
O Outro Mundo
Acordou... A bastante custo...
Levantou-se com o calor dos lençóis a chamar por ela e correu para o chuveiro.
Tinha tempo... Mas queria pôr-se bonita!
Olhou para o espelho e para as tão míticas olheiras e sorriu. Sorriu porque se sentia feliz. Sorriu porque algo puxava o seu sorriso.
O Sol lá fora teimava em esconder-se, mostrando-se apenas para a chamar. Ela dizia-lhe olá e voltava para dentro.
Ligou o computador e pôs a música bem alta. Dançava e dançava tentando decidir o que vestir. Não precisou de muito pois tudo parecia moldar-se à sua forma assentando-lhe na perfeição.
Um par de calças simples, um top engraçado e um casaco para a proteger de uma possível brisa menos agradável.
Nem mais nem menos. No ponto!
A música continuava a tocar enquanto tratava de si. Um pouco de base para disfarçar aquelas manchas escuras debaixo dos olhos, um risco subtil e um gloss que iluminou, ainda mais, o seu sorriso.
O telefone tocou e o coração palpitou, ligeiramente mais forte.
Entre o telefonema e a saída pouco se passou. Ou pouca atenção lhe deu. Queria apenas que o tempo passasse...
Fechou a porta atrás de si e o corpo tremeu.
Acompanhando o, ligeiramente acelerado, batimento cardíaco, desceu as escadas.
O Sol abriu mal pôs o pé na rua aumentando o seu sorriso.
Mal entrou naquele carro sentiu como se tivesse saído do mundo real, entrando num só seu. Era disso que tanto gostava... A sensação de um mundo à parte.
Deslizaram sem destino...
As horas passaram, cheias de tudo e de nada.
Tinha de voltar... Fechou a porta atrás de si. A porta daquele mundo mágico e só dela.
Sorriu pensando em como tinha sentido falta dele e como era bom tê-lo de volta.
Seguiu sem olhar para trás, não querendo pensar na distância...
Mas não se entristeceu por ter ido embora... Alegrou-se por ter regressado. Ainda que por apenas um dia.
Levantou-se com o calor dos lençóis a chamar por ela e correu para o chuveiro.
Tinha tempo... Mas queria pôr-se bonita!
Olhou para o espelho e para as tão míticas olheiras e sorriu. Sorriu porque se sentia feliz. Sorriu porque algo puxava o seu sorriso.
O Sol lá fora teimava em esconder-se, mostrando-se apenas para a chamar. Ela dizia-lhe olá e voltava para dentro.
Ligou o computador e pôs a música bem alta. Dançava e dançava tentando decidir o que vestir. Não precisou de muito pois tudo parecia moldar-se à sua forma assentando-lhe na perfeição.
Um par de calças simples, um top engraçado e um casaco para a proteger de uma possível brisa menos agradável.
Nem mais nem menos. No ponto!
A música continuava a tocar enquanto tratava de si. Um pouco de base para disfarçar aquelas manchas escuras debaixo dos olhos, um risco subtil e um gloss que iluminou, ainda mais, o seu sorriso.
O telefone tocou e o coração palpitou, ligeiramente mais forte.
Entre o telefonema e a saída pouco se passou. Ou pouca atenção lhe deu. Queria apenas que o tempo passasse...
Fechou a porta atrás de si e o corpo tremeu.
Acompanhando o, ligeiramente acelerado, batimento cardíaco, desceu as escadas.
O Sol abriu mal pôs o pé na rua aumentando o seu sorriso.
Mal entrou naquele carro sentiu como se tivesse saído do mundo real, entrando num só seu. Era disso que tanto gostava... A sensação de um mundo à parte.
Deslizaram sem destino...
As horas passaram, cheias de tudo e de nada.
Tinha de voltar... Fechou a porta atrás de si. A porta daquele mundo mágico e só dela.
Sorriu pensando em como tinha sentido falta dele e como era bom tê-lo de volta.
Seguiu sem olhar para trás, não querendo pensar na distância...
Mas não se entristeceu por ter ido embora... Alegrou-se por ter regressado. Ainda que por apenas um dia.
sexta-feira, março 23, 2007
Verão
O sol do meio-dia entrava pelas frestas do estore. Pequeninos raios dançavam sobre o edredon como sombras de velas ao vento.
Suspirou bem de dentro das costelas com um gemido de alma que encheu o quarto. Levantou-se, lavou a cara, vestiu um vestidinho curto de verão e depois de trincar uma torrada, saiu.
"Que dia glorioso!" pensou. Sentou-se no carro, arrancou. Curva, contra-curva, recta prolongada, curva, contra-curva. Finalmente no final da última curva enche os pulmões de maresia.
O mar. O mais que a alma tem para fora do corpo. O infinito azul das possibilidades, da alegria, também da tristeza mas isso não é agora para aqui chamado, não num dia destes. Estirou-se na toalha a receber lambidelas furtivas do sol. De vez em quando uma brisa acariciava-lhe a pele arrepiando-lhe os poros.
Escurece. Faz a viagem de volta e pelo caminho recebe uma mensagem "e k tal janta e dpx ladies nigth? resp. Clara bj". Era mesmo o que apetecia...
Em casa desenrola-se do pedacinho de areal que trouxe dentro do chuveiro. Perfuma-se, veste-se, batôn, rimel, lápis, sombra, fio bonito e aí vamos nós! À hora combinada no restaurante. Depois na discoteca.
A música magistral, os copos, nem de mais, nem de menos, dançar até as pernas não aguentarem. Rir, rir muito. Contar piadas parvas. Meter conversa com desconhecidos. Mais um copo. Mais um pouco. A tontura, "Acho que 'tou a ficar alegre, vou para casa." Não vás...fica mais um pouco, bebe mais um copo. Noite de verão e ainda promete. Não fica.
Finalmente em casa. Sapatos pontapeados para debaixo da cama, vestido atirado para a cadeira. Desmaquilhante, escova de dentes, pijama.
"Que Bom!" o travesseiro. Um suspiro profundo e o sono.
Os sonhos, óbviamente.. em catadupa. Aos arremessos pelo inconsciente fora. De manhã novo suspiro. E um sorriso.
(quem disse que este blog estava down?)
Suspirou bem de dentro das costelas com um gemido de alma que encheu o quarto. Levantou-se, lavou a cara, vestiu um vestidinho curto de verão e depois de trincar uma torrada, saiu.
"Que dia glorioso!" pensou. Sentou-se no carro, arrancou. Curva, contra-curva, recta prolongada, curva, contra-curva. Finalmente no final da última curva enche os pulmões de maresia.
O mar. O mais que a alma tem para fora do corpo. O infinito azul das possibilidades, da alegria, também da tristeza mas isso não é agora para aqui chamado, não num dia destes. Estirou-se na toalha a receber lambidelas furtivas do sol. De vez em quando uma brisa acariciava-lhe a pele arrepiando-lhe os poros.
Escurece. Faz a viagem de volta e pelo caminho recebe uma mensagem "e k tal janta e dpx ladies nigth? resp. Clara bj". Era mesmo o que apetecia...
Em casa desenrola-se do pedacinho de areal que trouxe dentro do chuveiro. Perfuma-se, veste-se, batôn, rimel, lápis, sombra, fio bonito e aí vamos nós! À hora combinada no restaurante. Depois na discoteca.
A música magistral, os copos, nem de mais, nem de menos, dançar até as pernas não aguentarem. Rir, rir muito. Contar piadas parvas. Meter conversa com desconhecidos. Mais um copo. Mais um pouco. A tontura, "Acho que 'tou a ficar alegre, vou para casa." Não vás...fica mais um pouco, bebe mais um copo. Noite de verão e ainda promete. Não fica.
Finalmente em casa. Sapatos pontapeados para debaixo da cama, vestido atirado para a cadeira. Desmaquilhante, escova de dentes, pijama.
"Que Bom!" o travesseiro. Um suspiro profundo e o sono.
Os sonhos, óbviamente.. em catadupa. Aos arremessos pelo inconsciente fora. De manhã novo suspiro. E um sorriso.
(quem disse que este blog estava down?)
quarta-feira, março 21, 2007
Time
Solta um berro se te faz falta.
Gritar expulsa os demónios em ti, ajuda-te a acalmar... Mesmo sem resolver os problemas...
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHH
Gritava eternamente. Até ficar sem voz. Até rebentar as cordas vocais. Até que a cabeça explodisse e não houvesse mais nada!
Engulo o berro. Explode dentro de mim...
Piora o efeito, piora o envolvente... Apenas piora.
E sem melhoras aqui vou andando. Muda. Explodindo a cada passo, a cada gesto, a cada palavra.
Explosões reflectidas em sorrisos forçados, fingidos, que parecem deixar tudo bem.... Parece...
Momentos expontâneos, fugazes e de intensa irritação. A ira apodera-se de mim... Mas a cobardia controla-me os impulsos... E, mais uma vez, tudo parece ficar bem... Parece.
Corre, pula, salta... FOGE!
Apetece... Apeteceu... Apetecia...
Mas tudo se mantém na constante do "Está tudo bem!"
Quanto tempo mais?! Indeterminado... Mais uma indeterminação... Uma de muitas... A razão de todas!
Corre, pula, salta, FOGE!!
E volta...
Gritar expulsa os demónios em ti, ajuda-te a acalmar... Mesmo sem resolver os problemas...
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHH
Gritava eternamente. Até ficar sem voz. Até rebentar as cordas vocais. Até que a cabeça explodisse e não houvesse mais nada!
Engulo o berro. Explode dentro de mim...
Piora o efeito, piora o envolvente... Apenas piora.
E sem melhoras aqui vou andando. Muda. Explodindo a cada passo, a cada gesto, a cada palavra.
Explosões reflectidas em sorrisos forçados, fingidos, que parecem deixar tudo bem.... Parece...
Momentos expontâneos, fugazes e de intensa irritação. A ira apodera-se de mim... Mas a cobardia controla-me os impulsos... E, mais uma vez, tudo parece ficar bem... Parece.
Corre, pula, salta... FOGE!
Apetece... Apeteceu... Apetecia...
Mas tudo se mantém na constante do "Está tudo bem!"
Quanto tempo mais?! Indeterminado... Mais uma indeterminação... Uma de muitas... A razão de todas!
Corre, pula, salta, FOGE!!
E volta...
(por favor...)
terça-feira, março 20, 2007
O que resta de mim.
A questão não é se te amo. Talvez : "Será que isto é amor?","Será realmente isto que quero para mim?Todo este sofrimento? Toda esta solidão?" Vou reformular. Já não é solidão. É puro abandono.
Toda esta tua indiferença em relação a mim, este "chove não molha" que me perturba, que me mata todos os dias mais um bocadinho insignificante. Mas todos esses bocadinhos insignificantes já compõe uma vasta área devastada de matéria no centro do coração.
Nunca pensei que chegasse a isto. Nunca pensei que fosses tu a matar-nos. Ao NÓS que um dia achei tão imensamente seguro e inatingível. Ao NÓS de que não conseguia falar sem bater a mão no peito, orgulhosa! Porque ninguém à nossa volta tinha um nós tão profundo. Só tu e eu.
Agora é diferente. Agora as gotas todas juntaram-se e ao imenso mar da paixão juntou-se o rio revolto das intrigas e das mágoas sem perdão.
O que ainda magoa mais é continuar sem saber o porquê. Porquê tanta indiferença? Que tamanho erro terei eu cometido para merecer tal castigo? Não te dei eu tudo o que tinha, por vezes até o que não tinha? Não me retorci para te fazer feliz? Não partilhei o Mau mas em tao grande discrepância também o Bom?
Em que momentos estiveste presente? Diz-me! Quando? estavas lá, sim. Fisicamente. Mas onde estava a minha âncora: o teu amor, o teu respeito, carinho, compreensão? Como se pode amar sem tais compostos? São partes activas do amar. São o catalizador que transforma a paixão em algo mais complexo, mais significativo. Onde ficaram as tuas palavras de apoio? o teu orgulho em mim? Está tudo preso aí dentro do teu cérebro, não é? Então porque não deixas aí armazenadas também a raiva e a mágoa? Porque tiveste de as mostrar tantas e tantas vezes?
Mataste-me o amor. Não sei se te amo porque já não tenho noção do que isso é. Sugaste-me a felicidade e a vontade de viver. Acho que deixei de ter fé em mim, em ti e na humanidade.
Sou agora uma casca. Uma embalagem de um universo Eu que implodiu e se espalhou pela imensidão. Sou agora fragmentos. Não sei como juntar-me, como desfazer a expansão. Conheceste um universo mas és dono de apenas uma pequena constelação de mim mesma. Da única parte que ainda não conseguiu encontrar o caminho de volta.
Achas que é remediável? Achas que dá para voltar atrás e fazer tudo de novo? Eu não acredito. Mas pode ser que se tu acreditares com força suficiente isso chegue para nós os dois. Mais tarde eu apanho o barco e encontro-me contigo a meio do caminho, quando reunir de novo as forças suficientes para te acompanhar.
O que resta de mim é isto. Não sei que pretendes fazer comigo mas decide depressa. O tempo é escasso e a liberdade espera-me.
Toda esta tua indiferença em relação a mim, este "chove não molha" que me perturba, que me mata todos os dias mais um bocadinho insignificante. Mas todos esses bocadinhos insignificantes já compõe uma vasta área devastada de matéria no centro do coração.
Nunca pensei que chegasse a isto. Nunca pensei que fosses tu a matar-nos. Ao NÓS que um dia achei tão imensamente seguro e inatingível. Ao NÓS de que não conseguia falar sem bater a mão no peito, orgulhosa! Porque ninguém à nossa volta tinha um nós tão profundo. Só tu e eu.
Agora é diferente. Agora as gotas todas juntaram-se e ao imenso mar da paixão juntou-se o rio revolto das intrigas e das mágoas sem perdão.
O que ainda magoa mais é continuar sem saber o porquê. Porquê tanta indiferença? Que tamanho erro terei eu cometido para merecer tal castigo? Não te dei eu tudo o que tinha, por vezes até o que não tinha? Não me retorci para te fazer feliz? Não partilhei o Mau mas em tao grande discrepância também o Bom?
Em que momentos estiveste presente? Diz-me! Quando? estavas lá, sim. Fisicamente. Mas onde estava a minha âncora: o teu amor, o teu respeito, carinho, compreensão? Como se pode amar sem tais compostos? São partes activas do amar. São o catalizador que transforma a paixão em algo mais complexo, mais significativo. Onde ficaram as tuas palavras de apoio? o teu orgulho em mim? Está tudo preso aí dentro do teu cérebro, não é? Então porque não deixas aí armazenadas também a raiva e a mágoa? Porque tiveste de as mostrar tantas e tantas vezes?
Mataste-me o amor. Não sei se te amo porque já não tenho noção do que isso é. Sugaste-me a felicidade e a vontade de viver. Acho que deixei de ter fé em mim, em ti e na humanidade.
Sou agora uma casca. Uma embalagem de um universo Eu que implodiu e se espalhou pela imensidão. Sou agora fragmentos. Não sei como juntar-me, como desfazer a expansão. Conheceste um universo mas és dono de apenas uma pequena constelação de mim mesma. Da única parte que ainda não conseguiu encontrar o caminho de volta.
Achas que é remediável? Achas que dá para voltar atrás e fazer tudo de novo? Eu não acredito. Mas pode ser que se tu acreditares com força suficiente isso chegue para nós os dois. Mais tarde eu apanho o barco e encontro-me contigo a meio do caminho, quando reunir de novo as forças suficientes para te acompanhar.
O que resta de mim é isto. Não sei que pretendes fazer comigo mas decide depressa. O tempo é escasso e a liberdade espera-me.
quarta-feira, março 14, 2007
Obrigada
Acordei e sorri. Vi aquele sol chamativo e corri para a rua pronta para mais um dia... Esperava um dia bom... Algo se mexia no meu estomago... mas ainda nada se mostrava..
Irritação matinal do trânsito, muito tipico em mim.
Custosa viagem até ao terreno para desenhar... ou fingir!
Uma conversa que até me deixou animada.
Mas o resto do dia começava a piorar...
Deitei-me e dormi...
Acordei para a consulta, saí. Falei, chorei, ri...
Frustrada continuei, porque o presságio de um bom dia ao lado passava.
Cheguei a casa e liguei a net. Novidade na cápsula...
Leio e sorrio... E ai me apercebo, que são pequenas coisas que fazem o nosso dia maravilhoso...
A maravilha de perceber, que despercebidamente, as pessoas nos percebem! Leste-me sem me estragares, e percebeste muitos bocadinhos de mim... Em tão pouco tempo te tornaste importante... Muitas e muitas vezes falamos sobre isto, partilhamos opiniões... Sempre na mesma tecla... Há um ano nem da vossa existência tinha conhecimento, hoje fazem parte de mim... Uns vêm, marcam, mas vão... Outros ficam... E tu ficaste, sem eu me aperceber...
Li e sorri... E ai percebi que por muito pequenas que sejam, as coisas boas iluminam-nos o dia...
Obrigada por me teres iluminado o dia!
Irritação matinal do trânsito, muito tipico em mim.
Custosa viagem até ao terreno para desenhar... ou fingir!
Uma conversa que até me deixou animada.
Mas o resto do dia começava a piorar...
Deitei-me e dormi...
Acordei para a consulta, saí. Falei, chorei, ri...
Frustrada continuei, porque o presságio de um bom dia ao lado passava.
Cheguei a casa e liguei a net. Novidade na cápsula...
Leio e sorrio... E ai me apercebo, que são pequenas coisas que fazem o nosso dia maravilhoso...
A maravilha de perceber, que despercebidamente, as pessoas nos percebem! Leste-me sem me estragares, e percebeste muitos bocadinhos de mim... Em tão pouco tempo te tornaste importante... Muitas e muitas vezes falamos sobre isto, partilhamos opiniões... Sempre na mesma tecla... Há um ano nem da vossa existência tinha conhecimento, hoje fazem parte de mim... Uns vêm, marcam, mas vão... Outros ficam... E tu ficaste, sem eu me aperceber...
Li e sorri... E ai percebi que por muito pequenas que sejam, as coisas boas iluminam-nos o dia...
Obrigada por me teres iluminado o dia!
quarta-feira, fevereiro 28, 2007
Vazio
Bloqueou-me o pensamento. A fala. A expressão.
Essa dor que me corroeu por dentro, deixando apenas o invólucro do meu ser.
Não sei quem sou, nem sei se alguma vez o soube.
Sei que me quero conhecer e dar a conhecer, mas encriptei-me numa linguagem desconhecida.
Até para mim.
Preciso da tua ajuda… mas sinto-te longe. Dói-me pensar que te poderei afastar.
Peço ajuda a todos os pedacinhos restantes de mim. Unam-se. Revivam. Não me deixem morrer de vez.
Quero de novo toda aquela alegria. Quero de novo todos os risos e gargalhadas. Quero querer-me novamente. E quero que me queiras como sempre.
Quero quero quero. Queres também?
Quer-me por favor.
quarta-feira, fevereiro 14, 2007
Estou de rastos. Tenho os nervos em frangalhos. Já não há muletas nem ajudas.
Agora sou eu e só eu. Ninguém me pode ajudar e as palavras de apoio não me soam a verdade. Tudo parece cinismo.
Queria tanto embrulhar-me no teu abraço em vez de agonizar na mesa do café à espera da matança.
Parece que ando para trás em vez de para a frente. Pensei que tinha conquistado algo mas apenas consegui adiar o inevitável.
Queria já estar na faculdade. Não quero estar aqui. Não quero isto para mim. Não quero ser isto em que me tornei. Não quero ser inútil. Não quero ser crescida. Não quero crescer.
Quero voltar para casa e desistir de tudo. Trancar-me no meu quarto para o resto da vida, nunca mais sair, não ver a luz do dia. Quero desaparecer. Deixem-me desaparecer, por favor
?!
Quero esquecer tudo o que é mau à minha volta. Quero fingir que o saldo bancário do meu presenter está a zeros. Quero esquecer que pus a minha vida em pausa. Que não lutei. Que não me esforcei. Que não aproveitei a mão de quem ma estendeu.
Quero voltar para o colo. Para o não ter de assinar. Para não ter livro de cheques, nem ordenado, nem fundo de desemprego, nem descontos para isto e para aquilo.
Quero ser menina outra vez. Não sei lidar com isto. Não sei!
Ultrapassa-me completamente. Não é suposto estar a viver isto. Não agora.
Socorro...
Se tropeçarem num pedacinho de felicidade que anda por ai perdido...devolvam-no por favor. A dona está desesperada.
Agora sou eu e só eu. Ninguém me pode ajudar e as palavras de apoio não me soam a verdade. Tudo parece cinismo.
Queria tanto embrulhar-me no teu abraço em vez de agonizar na mesa do café à espera da matança.
Parece que ando para trás em vez de para a frente. Pensei que tinha conquistado algo mas apenas consegui adiar o inevitável.
Queria já estar na faculdade. Não quero estar aqui. Não quero isto para mim. Não quero ser isto em que me tornei. Não quero ser inútil. Não quero ser crescida. Não quero crescer.
Quero voltar para casa e desistir de tudo. Trancar-me no meu quarto para o resto da vida, nunca mais sair, não ver a luz do dia. Quero desaparecer. Deixem-me desaparecer, por favor
?!
Quero esquecer tudo o que é mau à minha volta. Quero fingir que o saldo bancário do meu presenter está a zeros. Quero esquecer que pus a minha vida em pausa. Que não lutei. Que não me esforcei. Que não aproveitei a mão de quem ma estendeu.
Quero voltar para o colo. Para o não ter de assinar. Para não ter livro de cheques, nem ordenado, nem fundo de desemprego, nem descontos para isto e para aquilo.
Quero ser menina outra vez. Não sei lidar com isto. Não sei!
Ultrapassa-me completamente. Não é suposto estar a viver isto. Não agora.
Socorro...
Se tropeçarem num pedacinho de felicidade que anda por ai perdido...devolvam-no por favor. A dona está desesperada.
segunda-feira, fevereiro 12, 2007
Rainha (de mim)
Sem querer acertaste.
Uma imagem de mim, pequenina e frágil.
Encarregue de a proteger, protejo-me a mim também.
Sensível a qualquer toque, a qualquer agressão. Exterior ou interior. Poucas são as forças para combater estes males. Talvez juntas...
Sinto-te neste momento a desfalecer. Ou sentir-me-ei a mim? Prefiro pensar que és tu… dói menos sabes?
Coloco-te junto a mim, ajudamo-nos mutuamente. Tu abraças-me enquanto eu te carrego, e tudo parece mais fácil. Estranho, não será? Mas fica-me mais fácil de andar se me abraçares... o meu exterior e o meu interior... Agarra-te com todas as forças que tiveres... Eu carrego-te com todas as minhas...
É uma forma de impedirmos que aquele brilho esmoreça... E se ele se for... Teremos sempre a luz uma da outra...
Criamos uma ligação única... Talvez doentia... Mas não quero saber o que possam pensar, porque poucos saberão este nosso segredo... Fica aqui... sim?
Uma imagem de mim, pequenina e frágil.
Encarregue de a proteger, protejo-me a mim também.
Sensível a qualquer toque, a qualquer agressão. Exterior ou interior. Poucas são as forças para combater estes males. Talvez juntas...
Sinto-te neste momento a desfalecer. Ou sentir-me-ei a mim? Prefiro pensar que és tu… dói menos sabes?
Coloco-te junto a mim, ajudamo-nos mutuamente. Tu abraças-me enquanto eu te carrego, e tudo parece mais fácil. Estranho, não será? Mas fica-me mais fácil de andar se me abraçares... o meu exterior e o meu interior... Agarra-te com todas as forças que tiveres... Eu carrego-te com todas as minhas...
É uma forma de impedirmos que aquele brilho esmoreça... E se ele se for... Teremos sempre a luz uma da outra...
Criamos uma ligação única... Talvez doentia... Mas não quero saber o que possam pensar, porque poucos saberão este nosso segredo... Fica aqui... sim?
quinta-feira, fevereiro 08, 2007
Por Encomenda
Sim. Por encomenda. Porque a vontade não é nenhuma.
E é assim a muito custo que se espreme uma ideiazita mijeca cá dos confins do cucuruto.
Ideias...
Ideias...
Já sei! Vou falar de ti! (não tu Sarilha, o outro ti que é um ele)
Ora...por onde hei-de começar?Deixa cá ver...
.
.
Há já uns tempos--nã, não é isto.
.
.
Por mais tempo que passe... também não! FÓNIX!! oh k merda....
.
.
.
VÁ! concentra-te!!!!
.
.
.
.
.
.
.
.
___________________________________________________________________
Queria dizer-te muitas coisas.
Algumas até que já foram ditas e repetidas até à exaustão.
Não. Até à exaustão, não. Porque não me cansei ainda. Para dizer a verdade parece que não fiz nada. Que não exigiu esforço, que não foi preciso lutar, nem chorar, nem gritar.
De facto parece até que o tempo não passou. Parece que foi ontem. Parece que foi HOJE!!!
E não foi?
Diz-me: Não foi?
Não. Não foi. Já se passaram anos.
ANOS!!!!! Como é que foi isto? como é que isto aconteceu? Assim, sem mais nem menos...
Foi bom. Tem sido bom. Tão bom que por vezes não quero acordar.
[pausa para respirar fundo]
O.K. pontos nos ís: Arrependes-te de alguma coisa? Eu não. Acho que fazia tudo novamente da mesma maneira. Sem qualquer tipo de hesitação. Garanto-te.
Finalizo simplesmente assim.
Gostei.
Gosto.
Cada vez gosto mais...
ADORO!
É um amor assimm..___________________________________.. (do tamanho do mundo)
está bem assim menina sarilha?
E é assim a muito custo que se espreme uma ideiazita mijeca cá dos confins do cucuruto.
Ideias...
Ideias...
Já sei! Vou falar de ti! (não tu Sarilha, o outro ti que é um ele)
Ora...por onde hei-de começar?Deixa cá ver...
.
.
Há já uns tempos--nã, não é isto.
.
.
Por mais tempo que passe... também não! FÓNIX!! oh k merda....
.
.
.
VÁ! concentra-te!!!!
.
.
.
.
.
.
.
.
___________________________________________________________________
Queria dizer-te muitas coisas.
Algumas até que já foram ditas e repetidas até à exaustão.
Não. Até à exaustão, não. Porque não me cansei ainda. Para dizer a verdade parece que não fiz nada. Que não exigiu esforço, que não foi preciso lutar, nem chorar, nem gritar.
De facto parece até que o tempo não passou. Parece que foi ontem. Parece que foi HOJE!!!
E não foi?
Diz-me: Não foi?
Não. Não foi. Já se passaram anos.
ANOS!!!!! Como é que foi isto? como é que isto aconteceu? Assim, sem mais nem menos...
Foi bom. Tem sido bom. Tão bom que por vezes não quero acordar.
[pausa para respirar fundo]
O.K. pontos nos ís: Arrependes-te de alguma coisa? Eu não. Acho que fazia tudo novamente da mesma maneira. Sem qualquer tipo de hesitação. Garanto-te.
Finalizo simplesmente assim.
Gostei.
Gosto.
Cada vez gosto mais...
ADORO!
É um amor assimm..___________________________________.. (do tamanho do mundo)
está bem assim menina sarilha?
Subscrever:
Mensagens (Atom)
